Auto Estima e Motivação

 

 

 

Marli Andrade

Psicopedagoga

 

Você sabe quanto vale um sorriso seu?

 

Em tempos de festividades de final de ano, momento em que os amigos se reúnem para trocar presentes – material ou sentimental – é possível observar quanta coisa é dita capaz de elevar a auto estima de qualquer Ser Humano.

 

Presenciei, numa turma de Grupo de estudos, uma das histórias que mais me motivou: “distribuir sorrisos por aí”. Afinal, agente nunca sabe quanto vale um sorriso nosso para alguém.

 

Ao revelar “sua amiga oculta”, uma das amigas, disse não ter preocupado em procurar o “Presente” – talvez soubesse que as palavras que diria antes de entregá-lo, seria o melhor presente daquela noite para ela e, para todos.

 

Seguiu dizendo que ficara intrigada por gostar tanto daquela amiga, apesar de não ter um contato com mais afinco. No entanto, algo as aproximava, e a mesma não sabia se era o jeitinho encantador: “de criança, embora Mãe e Profissional respeitada”, ou mesmo “a atenção que dispensa a todos”... Mas, fato é que chegou à uma conclusão: “ERA O SORRISO” e, buscando maiores explicações, ficou certa que aquele sorriso, era o mesmo sorriso de sua Mãe – que havia falecido muito nova e ainda enquanto as filhas eram crianças. Naquele momento, a emoção tomou conta de todos. Os  sorrisos  que se seguiram, se fizeram-se  entre lágrimas. Imagine quão valioso fora este presente.

 

Relatando este episódio,  reforço a tese de que devemos sim, distribuir sorrisos. É notório como pessoas que não economizam sorrisos, “contaminam” os espaços ocupados por eles. Apesar de incomodar os “mal humorados” de plantão (que me perdoe estes, mas creio que nascemos para ser felizes – devemos economizar nossas “tristezas” para quando verdadeiramente precisarmos dela. Não tem graça VIVER  mal humorado, triste, angustiado... por banalidades – embora seja necessário compreender que, como cada ser humano é único, talvez não seja viável dizer “banalidades” para reação de alguém. Mas, convém reforçar que, se nossa vida se faz por meio de decisões, é só estar atento ao que estamos escolhendo).

 

Também, não nos custa lembrar o ditado: “O que a lagarta chama de “fim do mundo”, chamamos de “Borboleta” – tente se colocar no lugar da “Lagarta” e também de “nós” que podemos ver a “Borboleta”.

 

É realmente complicado, em tempos difíceis – assim diagnosticado por muitos – receber dicas de “sorria”. Mas se conseguirmos ser assim, tão enormes, podemos crer que somos bons e que sendo bons, teremos próximos de nós, somente bons.

 

Devemos sim, SORRIR, até quando nos sentirmos mal, ou seja, sorrir para “energizar”; perdoar com um sorriso – segundo Gandhi, “Somente os fracos nunca perdoam”.

 

“Os tempos difíceis” transformam gotas “d’água” em “oceano”. Se estivermos motivados a VIVER e não só passar pela vida, seremos capazes de mergulhar nesse “oceano” cheio de mistérios, riquezas, beleza...

 

SORRIA. Sorria agora mesmo, sorria no primeiro minuto de 2008 (vai que esse negócio de que “o que é feito no primeiro minuto do ano você continuará fazendo por todo ele...”) Mesmo que esteja só SORRIA – seu sorriso tem o poder de “Contagiar” até mesmo você, caso contrário, não conseguirá enxergar a imensidão de possibilidades que o 2008 reserva para você.

 

Comece admirando o seu sorriso e depois o  de quem passa pelo seu caminho. Imagine que “corrente do bem” poderemos formar, se cada um doar um sorriso – ou arrancar um sorriso de alguém – um sorriso descompromissado – capaz de fazer o outro feliz e conseqüentemente ser mais feliz ainda?

 

Saúde, PAZ e Muito Sorriso

 

 

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